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Clareamento dental: o que é, técnicas e benefícios!

Atualizado: 23 de Set de 2020





Um sorriso bonito abre várias  portas na vida, e ainda conserva a autoestima. Cada vez mais pessoas têm procurado melhorar a estética dental como forma de melhorar a qualidade de vida e recuperar a confiança perdida. 

Hoje, vamos falar sobre o clareamento dental.

O que caracteriza a cor natural dos dentes é a composição dos tecidos dentais. Como a camada dental mais externa (esmalte) é transparente,  a cor predominante dos dentes fica por conta da segunda camada: Dentina. 

Assim, na ponta do dente (porção incisal) em que há mais esmalte, é mais claro. Já na parte próxima à gengiva (porção cervical), há mais dentina, por isso, nessa região, o dente é mais escuro. 

A quantidade de dentina varia de dente pra dente e também pode variar com a idade do paciente.

Vários fatores podem causar escurecimento dos dentes:

- Má higiene bucal (acúmulo de placa e tártaro);

- Tabagismo;

- Consumo frequente de alimentos com alta concentração de corantes; 

- Predisposição genética;

- Uso de algumas medicações.

Clareamentos dentais são procedimentos que devem ser feitos sempre monitorados pelo dentista, por ser um tratamento que pode trazer complicações como: sensibilidade excessiva, úlceras gengivais, desconfortos gastrointestinais. 

Além disso, é o dentista quem determina a quantidade de sessões necessárias.

Existem dois tipos de clareamento: o endógeno e exógeno.

O primeiro, o agente clareador é aplicado por dentro do dente. Muito usado em escurecimento de dente por tratamento de canal. O segundo existe em duas técnicas: “caseiro” e  no consultório. Como são os mais conhecidos vamos falar mais deles agora:

"Caseiro"

-auto aplicáveis (ácidos mais fracos) 

Paciente recebe do dentista moldeiras de silicone de suas arcadas dentárias e seringas com gel clareador. As moldeiras deverão ser usadas durante algumas horas do dia, por algumas semanas. Consultas semanais devem ocorrer para que o dentista avalie a evolução e possíveis intercorrências do clareamento. 

No consultório 

(ácidos com altas concentrações)

A técnica é aplicada em consultório por usar um ácido mais forte. Dessa forma, demanda um cuidado maior na aplicação do gel. É usada também, uma barreira para proteger a gengiva do contato com o ácido. O profissional deve avaliar se precisará  de retorno para novas aplicações. Não existe um número predeterminado de sessões.

Nesse tipo de técnica, é comum que os pacientes valorizem o uso do “laser”. Por muito tempo, divulgou-se que algum tipo de fonte de luz (halógena, LED ou laser) era indispensável para se alcançar um melhor branqueamento e maior durabilidade nos resultados, mas pesquisas e estudos recentes têm apontado um caminho contrário.

A justificativa para o uso da fonte de luz é uma suposta ativação maior do produto e, consequentemente, a aceleração da reação química. Os últimos estudos têm evidenciado que a associação de uma fonte de luz durante o clareamento em consultório não traz benefícios adicionais. 

Além  disso, a luz aumenta a temperatura dental ocasionando um maior grau de sensibilidade dentária, embora os aparelhos de LED ou laser mais recente possuam filtros que diminuam a emissão de ondas infravermelhas, gerando menos calor.

As duas técnicas chegam ao mesmo resultado, a diferença é no tempo que leva para finalizar o tratamento.

Contra-indicações para o clareamento:

Pessoas menores de 18 anos, gestantes e pacientes em tratamento médico debilitante.

Pessoas que têm dentes muito restaurados, implantes ou próteses podem não ter resultados satisfatórios com a técnica, porque o gel clareador não age sobre resina, . Nesses casos, é possível complementá-la com outro procedimento estético. (Facetas ou lentes de contato. Já faladas em outro texto aqui do blog)

O mesmo vale para pacientes com manchas decorrentes do uso de tetraciclina, fluorose dentária ou hipoplasia dentinária.

Confira todos nossos métodos e técnicas. 

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